Controle de ata por item e por órgão
Saldo de cada item, quanto já foi empenhado e quanto ainda pode ser puxado, com data de expiração à vista. É onde mais se perde receita já conquistada, e é o que planilha esconde melhor.
Ganhar a licitação é a parte que a sua equipe já domina. O dinheiro se perde depois — no contrato que venceu sem aviso e na medição que ninguém acompanhou.
Vender para o setor público tem uma regra própria que nenhum sistema de prateleira modela. Existe ata de registro de preços com saldo por item, existe empenho que precisa sair antes da entrega, existe medição que precisa ser atestada por alguém do órgão antes de virar pagamento, e existe um prazo que não é o do mercado privado. Um ERP comum não tem onde guardar nada disso.
O resultado é previsível: tudo acaba numa planilha, e essa planilha vira o sistema mais crítico da empresa. Ela funciona enquanto a pessoa que a criou está lá. Quando ela sai de férias, ninguém sabe qual contrato está perto de vencer, quanto sobrou de saldo em qual ata, ou qual medição foi entregue mas não atestada.
A perda raramente é dramática. É saldo de ata que expira sem ninguém puxar, contrato que não foi renovado a tempo porque o alerta não existia, e medição entregue que ficou parada num setor por dois meses sem que ninguém cobrasse. Cada uma dessas é receita já conquistada que simplesmente não foi recolhida.
Saldo de cada item, quanto já foi empenhado e quanto ainda pode ser puxado, com data de expiração à vista. É onde mais se perde receita já conquistada, e é o que planilha esconde melhor.
Empenho, entrega, medição, atesto e pagamento como etapas de um fluxo único. Bate o olho e sabe onde cada valor está parado — e há quanto tempo, que é a informação que permite cobrar.
Aviso antecipado de contrato perto do fim, de garantia a vencer e de ata a expirar. O prazo de renovação no setor público não perdoa atraso, e o custo de perder a data é o contrato inteiro.
Quanto cada órgão deve, em qual etapa está e qual o prazo praticado por ele historicamente. É o que torna o fluxo de caixa previsível num cenário onde cada cliente paga no próprio ritmo.
Nota, medição, atesto e comprovante ficam anexados à etapa correspondente. Quando o órgão pede um documento de oito meses atrás, ele é encontrado em segundos.
Não. Não fazemos assessoria em licitação, elaboração de proposta nem acompanhamento de certame — isso é trabalho de quem conhece a legislação, e não é o nosso ofício. O que fazemos é o sistema que organiza o que já foi ganho: contrato, ata, empenho, medição e recebimento.
É exatamente o cenário onde faz mais diferença. Com um órgão só, a planilha ainda se sustenta. Com cinco, cada um com o próprio prazo, o próprio ritmo de empenho e a própria exigência de documento, o controle manual passa a falhar de forma silenciosa — e falha sempre no mês de maior volume.
Em geral sim. A integração mais útil costuma ser a da nota fiscal, para que a emissão feche automaticamente a etapa de entrega no controle do contrato, sem alguém precisar lançar duas vezes. Verificamos o que o seu emissor expõe antes de fechar escopo.
A gente escuta, aponta o que dá para resolver primeiro e manda uma proposta com preço e prazo fechados. Sem compromisso.
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