Lembrete em cadência, não uma vez só
Aviso sete dias antes, um dia antes e algumas horas antes, por WhatsApp. A cadência importa mais que a mensagem: quem marcou com três semanas precisa ser lembrado mais de uma vez.
Agenda cheia não é o problema. O problema é a agenda que fura na véspera e ninguém preencheu o buraco.
A falta é o custo mais silencioso de uma clínica. O paciente marca com três semanas de antecedência, esquece, e o horário evapora — mas o profissional está lá, a sala está lá e a conta do mês não diminuiu. Ninguém lança isso como prejuízo porque não sai dinheiro do caixa; só deixa de entrar.
A resposta usual é jogar gente no problema: a recepção passa a manhã ligando para confirmar consulta do dia seguinte. Isso funciona, e é caro. Consome a pessoa que deveria estar atendendo quem está na porta, e ainda assim depende de o paciente atender o telefone, o que cada ano acontece menos.
O terceiro buraco é o paciente que some depois do procedimento. Ele voltaria — só não foi lembrado. Sem controle de retorno programado, a clínica gasta em anúncio para atrair paciente novo enquanto a base antiga, que já confia no serviço, esfria sozinha.
Aviso sete dias antes, um dia antes e algumas horas antes, por WhatsApp. A cadência importa mais que a mensagem: quem marcou com três semanas precisa ser lembrado mais de uma vez.
O paciente responde na própria conversa e o horário muda de status sem ninguém digitar. A recepção só vê o que ficou sem resposta, que é onde ela realmente faz diferença.
Cancelou às 14h, o sistema oferece o horário para quem está esperando, na ordem, e confirma com o primeiro que aceitar. É o que transforma cancelamento em atendimento em vez de prejuízo.
No fim do procedimento fica agendado quando aquele paciente deve ser chamado de volta. Chegada a data, o convite sai sozinho — sem depender de alguém varrer a base.
Mostra onde a falta se concentra: qual dia, qual faixa de horário, qual procedimento. Sem isso, a clínica trata falta como fatalidade em vez de padrão.
Não precisa, e normalmente não é o que recomendamos. Prontuário é um sistema que a equipe já tem na mão e que carrega histórico clínico — trocar isso é caro e arriscado sem necessidade. O que construímos costuma ficar em volta dele: agenda, confirmação, lista de espera e retorno, integrados ao que já existe.
O que entregamos é controle de acesso por perfil, para cada pessoa ver apenas o que o trabalho dela exige, e registro de quem acessou o quê e quando. Isso cobre a parte técnica. A adequação completa à LGPD envolve também política interna e base legal de tratamento, que é assunto jurídico — apontamos o que o sistema precisa oferecer, mas não fazemos essa consultoria.
A conta que importa não é o tamanho, é quantos horários furam por semana e quanto vale cada um. Duas faltas semanais num procedimento de ticket alto já costumam pagar a automação em poucos meses. Fazemos essa conta junto com você, com os seus números, antes de propor qualquer coisa.
A gente escuta, aponta o que dá para resolver primeiro e manda uma proposta com preço e prazo fechados. Sem compromisso.
Pedir uma proposta