Criação de CRM feito para o seu processo

Quase toda empresa que nos procura já tentou um CRM pronto. O problema raramente foi o preço, foi que a operação teve que se encaixar na ferramenta, e não coube.

Algum destes soa familiar?

  • A informação que decide a venda está numa planilha, não no CRM
  • Metade dos campos obrigatórios é preenchida com "a definir"
  • O relatório mensal é montado à mão porque ninguém confia no do sistema
  • A equipe usa o CRM só para registrar depois que a venda já aconteceu
  • O histórico do cliente está no WhatsApp pessoal de quem atendeu

Por que isso acontece

CRM genérico é desenhado para a média de milhares de empresas. Isso funciona bem para quem vende um produto só, com um ciclo curto e uma equipe pequena. Assim que o processo tem qualquer particularidade, uma etapa a mais, um tipo de cliente que não segue o mesmo caminho, um cálculo que depende de outra coisa, começa a adaptação. E adaptação em ferramenta fechada tem um formato só: campo personalizado.

O que acontece depois é sempre parecido. Vinte campos personalizados foram criados, oito são preenchidos, e ninguém confia no relatório porque metade da base está vazia. A informação que realmente importa acabou numa planilha paralela que alguém mantém à mão. O CRM continua sendo pago todo mês, mas quem decide alguma coisa olha para a planilha.

Sob medida não significa construir tudo do zero. Significa que o levantamento vem antes do escopo: entender como o negócio já funciona, o que está no papel e na cabeça das pessoas, e só então decidir o que vira software. Muitas vezes a conclusão é integrar o que já existe em vez de substituir, e isso é uma resposta legítima, não uma venda menor.

O que construímos

Levantamento antes de escopo

Primeiro entender o funil que existe de fato, com quem executa. O funil desenhado numa reunião e o funil praticado no dia a dia quase nunca são o mesmo, e construir sobre o desenhado é o que gera sistema abandonado.

Campo existe porque alguém usa

Cada informação pedida na tela tem um destino: alimenta uma decisão, um relatório ou uma automação. O que não tem destino não entra. É o que mantém a base preenchida seis meses depois.

Integração com o que já roda

Emissor de nota, ERP, sistema do setor, planilha crítica. O caminho mais barato costuma ser conversar com o que já existe, não migrar. Verificamos o que cada sistema expõe antes de prometer integração.

WhatsApp no número oficial

A conversa acontece onde o cliente já está, mas fica registrada na conta e não no celular de quem atendeu. Quem sai da empresa não leva o relacionamento junto.

Permissão por papel

Vendedor, gestor e financeiro veem coisas diferentes. Sem isso, ou todo mundo vê tudo, inclusive margem e custo, ou o sistema vira um cadeado que atrapalha o trabalho.

Painel que a diretoria abre sozinha

Os números atualizados direto da fonte, sem alguém montando planilha na sexta. Decisão sobre o número de hoje, não o de duas semanas atrás.

O que passa a ser possível

  • Saber quantos negócios estão parados e há quantos dias, sem pedir para ninguém
  • Descobrir qual canal gerou venda fechada, não apenas contato
  • Trocar quem atende sem perder o histórico construído
  • Parar de manter uma planilha paralela ao sistema que já é pago

Perguntas frequentes

Quanto custa e quanto demora um CRM sob medida?

O prazo típico é de 3 a 6 semanas para a primeira versão em uso, e o valor depende do tamanho do funil e das integrações. O que muda mais o número não é a quantidade de telas: é quantos sistemas precisam conversar entre si. Por isso o levantamento vem antes da proposta, orçamento fechado sem entender a operação é chute, e chute vira aditivo no meio do projeto.

Já uso RD Station, Pipedrive ou HubSpot. Preciso trocar?

Nem sempre, e vale checar antes. Se a ferramenta atende o funil e o incômodo é pontual, costuma sair melhor construir em volta dela, um painel, uma integração, uma automação, do que migrar tudo. Trocar faz sentido quando você está pagando por um plano caro para usar 20% dele, quando a personalização já bateu no teto da ferramenta, ou quando o dado que decide o negócio não cabe nela de jeito nenhum.

E se a equipe não usar o sistema depois de pronto?

Esse é o risco real, e ele quase sempre nasce antes do código: sistema que pede mais trabalho do que devolve não é usado, por melhor que seja. Por isso a primeira versão entra enxuta, com quem vai usar acompanhando, e cresce a partir do uso. Também ajuda entrar por onde dói: se a dor é lead sem resposta, a primeira entrega é a fila do dia, não o cadastro completo.

Vocês migram os dados que já tenho?

Sim. Base em planilha, exportação do CRM atual ou banco de outro sistema. A parte trabalhosa não é mover, é decidir o que entra: base antiga costuma ter duplicidade, contato sem origem e registro morto há anos. Migrar tudo sem limpar é levar o problema para o sistema novo no primeiro dia.

O CRM fica hospedado onde? Os dados são meus?

Os dados são seus, e o sistema pode rodar na infraestrutura que você preferir, inclusive num servidor da sua empresa, se houver exigência de compliance. Entregamos com acesso ao banco e sem trava de saída: se um dia você quiser levar para outro fornecedor, leva.

Conta como funciona hoje na sua empresa

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